GPA é destaque no PPP Awards

Premiação pioneira reconhece as melhores práticas em PPP no Brasil.

A GPA, empresa responsável pela construção e administração da primeira unidade prisional em modelo PPP do Brasil, o Complexo Penitenciário Público-Privado (CPPP), em Ribeirão das Neves, foi um dos destaques da 1ª edição do “PPP Awards & Conference”, premiação que reconheceu as melhores práticas em PPP no Brasil. O evento, que elegeu os melhores em várias categorias, classificou a GPA como a segunda colocada na categoria Concessionária do Ano. A organização do evento, no entanto, destacou que a diferença foi tão pequena, que entregou à GPA a menção honrosa na categoria.

Realizado em novembro na capital paulista, o evento de entrega do prêmio serviu também para discutir sobre papel estratégico das Parcerias Público-Privadas (PPP) na recuperação da economia brasileira. Primeira PPP brasileira no setor penitenciário, a GPA foi reconhecida por especialistas sobre o assunto. Tal reconhecimento veio ao encontro da repercussão que suas práticas ganharam na imprensa nacional e internacional, principalmente nos últimos dois anos, quando incidentes graves abalaram a estrutura do sistema penitenciário nacional.

Um dos jurados da premiação, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, lembrou da necessidade da retomada do investimento. “Vivemos um bom momento para rever as questões estruturais do país e mudar processos”, afirmou. É exatamente essa revisão de questões estruturais que a GPA vem realizando, de forma pioneira, desde o início de sua operação, em janeiro de 2013, e que culminou com premiação no “PPP Awards & Conference”.

A GPA celebrou contrato de 30 anos com o Governo do Estado de Minas Gerais para construção e administração de Complexo Prisional em Ribeirão das Neves, que atualmente conta com duas unidades de regime fechado e uma unidade de regime semiaberto com capacidade total para 2.164 presos. O Complexo conta com salas de aula e oficinas de trabalho em todas as suas unidades, o que faz com que mais de 50% dos presos aptos ao estudo frequentem aulas e cerca de 50% dos presos aptos ao trabalho possuam uma ocupação profissional enquanto cumprem suas penas. Para Rodrigo Gaiga, presidente da GPA, o reconhecimento do mérito do projeto é uma conquista de toda a equipe. “Trabalhamos voltados para a ressocialização dos presos do CPPP. O trabalho de todos os colaboradores no dia a dia é que faz o sucesso pelo qual hoje somos reconhecidos”, afirma.